Perguntas Frequentes
O que é o Plano Brasil Soberano?
É o programa federal coordenado pelo BNDES e MDIC para apoiar empresas afetadas pelo tarifaço dos EUA, pela geopolítica do Oriente Médio e setores estratégicos. Total de R$ 21 bilhões disponíveis, com contratações até 22 de julho de 2026.
Quem pode participar do Brasil Soberano?
Três grupos. Grupo 1: indústrias exportadoras com pelo menos 5% de exportações entre agosto/2024 e julho/2025. Grupo 2: setores estratégicos farmacêutico e fertilizantes, conforme CNAEs do Anexo I da Portaria Interministerial nº 171/2026. Grupo 3: exportadoras para o Oriente Médio com pelo menos 5% de exportações entre janeiro/2025 e dezembro/2025.
Quais são as modalidades de crédito disponíveis?
Investimentos (R$ 2,5 bi em pedidos até agora), Giro (R$ 1,6 bi), Giro Exportação (R$ 800 mi) e Bens de Capital (R$ 116 mi). A escolha da modalidade correta é parte crítica do enquadramento da operação.
Qual o ticket médio das operações aprovadas?
Nas 77 operações aprovadas nos primeiros 10 dias, o ticket médio foi de R$ 17 milhões. Operações de Investimentos tendem a tickets maiores, Giro a tickets menores.
Qual o prazo final para contratação?
22 de julho de 2026. Considerando o tempo de análise do BNDES após submissão (2 a 3 semanas), a janela operacional efetiva é de 5 a 6 semanas a partir do início do processo.
Minha empresa pode se enquadrar mesmo sem ser exportadora direta?
Possivelmente sim, se atuar nos setores do Grupo 2 (farmacêutico, fertilizantes e CNAEs do Anexo I). A validação cruzada de CNAE + atividade real da empresa é parte do diagnóstico de elegibilidade.
Quais documentos preciso ter prontos?
Demonstrativos contábeis dos últimos 3 anos, comprovação de exportação (no caso dos Grupos 1 e 3), CNAE atualizado, cadastro limpo na Receita e nos bureaus de crédito, e descrição do projeto ou necessidade de capital. A Alora apoia na organização do dossiê.
Como aumentar as chances de aprovação no Brasil Soberano?
Validação prévia de elegibilidade, escolha correta da modalidade, demonstrativos organizados no padrão que o comitê de crédito do BNDES avalia (não no padrão fiscal), e relacionamento bem conduzido com o repassador ou agente financeiro escolhido. A taxa de 98,3% de aprovação da Alora vem desse trabalho prévio.



















